terça-feira, 27 de dezembro de 2011

quando duas pessoas se ama

(desenho de Jean Oliveira Ariquemes-Ro)

    
                                “Quando duas pessoas se  amam
tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver Amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver Amor, nada disso me aproveitará.
O Amor é paciente, é benigno, o Amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O Amor jamais acaba; mas havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passarão;
porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. 
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como em espelho, obscuramente, então veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o Amor, estes três: porém o maior destes é o Amor.
   Não existe homem que venceu sozinho. Qualquer pessoa que encontra o sucesso, o adquiriu por causa de uma parceria com outros. 

São os “outros” que investiram em nós que fizeram de nós o que realmente somos. Sem eles seríamos limitados ao nosso foco, ao nosso entendimento e influência.
(Rosimeire Godoy)

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