quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Estrada de Ferro Madeira Mamoré-( E.F.M.M)


                                                  (Imagem de Nilson Santos de PVH-RO)

A Estrada de Ferro Madeira Mamoré sua sigla e (EFMM) é uma ferrovia no atual estado de Rondônia, no Brasil.Foi a 15ª ferrovia a ser construída no país, tendo as suas obras sido executadas entre 1907 e 1912. Estende-se por 366 quilômetros na Amazônia, ligando Porto Velho a Guajará-Mirim, cidades fundadas pela EFMM. Após duas tentativas fracassadas para a sua construção no século XIX, espalhou-se o mito de que, mesmo com o todo o dinheiro do mundo e metade de sua população trabalhando nas suas obras, seria impossível construí-la. O empreendedor estadunidense Percival Farquhar aceitou o desafio e teria afirmado "(...) vai ser o meu cartão de visitas"
Foi a primeira grande obra de engenharia civil estadunidense fora dos EUA após o início das obras então ainda em progresso no Canal do Panamá. Com base naquela experiência, para amenizar as doenças tropicais que atingiram parte dos mais de 20 mil trabalhadores de 50 diferentes nacionalidades, Farquhar contratou o sanitarista brasileiro Oswaldo Cruz, que visitou o canteiro de obras e saneou a região.
A EFMM garantiu para o Brasil a posse da fronteira com a Bolívia e permitiu a colonização de vastas extensões do território amazônico, a partir da cidade de Porto Velho, fundada em 4 de julho de 1907. Em 1846 surgiu a ideia da ferrovia que nasceu na Bolívia, pelo engenheiro boliviano Jose Augustin Palácios, convenceu a todos da região que  a melhor saída de seu País para o oceano atlântico seria pela bacia amazônica.  O pensamento do engenheiro justificava-se na dificuldade para transpor a cordilheira dos Andes e na distância do oceano Pacífico dos mercados da Europa e dos EUA. Foi então, em 1851, que o governo dos Estados Unidos - interessado na melhor saída para a importação de seus produtos.A ideia de construir uma ferrovia nas margens dos rios Madeira e Mamoré surgiu na Bolívia, em 1846. Como o país não tinha como escoar a produção de borracha por seu território, era necessário criar alguma alternativa que possibilitasse exportar a borracha através do Oceano Atlântico.
(Redação feita por Rosimeire Godoy)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

quando duas pessoas se ama

(desenho de Jean Oliveira Ariquemes-Ro)

    
                                “Quando duas pessoas se  amam
tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver Amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver Amor, nada disso me aproveitará.
O Amor é paciente, é benigno, o Amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O Amor jamais acaba; mas havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passarão;
porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
Quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. 
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como em espelho, obscuramente, então veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o Amor, estes três: porém o maior destes é o Amor.
   Não existe homem que venceu sozinho. Qualquer pessoa que encontra o sucesso, o adquiriu por causa de uma parceria com outros. 

São os “outros” que investiram em nós que fizeram de nós o que realmente somos. Sem eles seríamos limitados ao nosso foco, ao nosso entendimento e influência.
(Rosimeire Godoy)